MGSEstratégia e Operações
A MGS A carreira Frentes de trabalho Processos e padronização Gestão de custo Estratégia e planejamento Treinamentos Caso real Como trabalhamos Para quem é Dúvidas Contato
Processos · Custo · Estratégia · Metodologia

Consultoria de operações feita por quem passou 25 anos dentro delas.

Desenhamos o processo, abrimos o custo linha a linha, estruturamos a estratégia e treinamos o time. E só saímos quando a operação anda sozinha — com o padrão escrito, medido e digitalizado.

Ambev GE PepsiCo Rodosafra Onde essa experiência foi construída
  • 25anos dentro
    da operação
  • 4escolas: bebidas, industrial,
    alimentos e transporte
  • LATAMprojetos no Brasil
    e fora dele
  • 1.000+projetos de melhoria
    geridos na carreira

Números de toda a trajetória — Ambev, GE, PepsiCo e Rodosafra —, não de uma única passagem.
Ver a carreira completa e os projetos conduzidos →

Como a MGS nasceu

Vinte e cinco anos de cadeia de suprimentos, condensados numa consultoria

A MGS Rocha não começou numa sala de reunião. Começou no chão da operação — em distribuição urbana, gestão de materiais, liderança de frota e transporte de granéis. Cada passagem deixou um pedaço do método que a consultoria usa hoje.

  1. Ambev
    Distribuição

    Ambev

    Distribuição urbana e last mile. Alto giro, janela curta e cliente na porta — onde se aprende que processo mal desenhado vira custo no mesmo dia.

  2. GE
    Materiais

    GE

    Gestão de estoque, FIFO e curva ABC. A disciplina de inventário e de padrão documentado num ambiente onde nada roda sem procedimento escrito.

  3. PepsiCo
    12 anos · LATAM

    PepsiCo

    A escola de método. Supply chain, liderança de frota e um programa de melhoria contínua rodando em toda a América Latina. Ver os 12 anos em detalhe →

  4. Rodosafra
    Mandato de reestruturação

    Rodosafra

    Transporte de granéis sólidos. Frente de operações conduzida de ponta a ponta: planejamento e orçamento reconstruídos do zero, com o custo fixo mensal saindo de R$ 1,8 mi para R$ 1,3 mi. Ver o que fez o custo cair →

PepsiCo

Doze anos na PepsiCo — a escola do método

Supply chain e melhoria contínua em escala continental, com projetos rodando em toda a América Latina. Os números abaixo são desta passagem específica — o repertório da MGS soma a eles o que veio de Ambev, GE e Rodosafra.

LATAMprojetos em toda
a América Latina
1.000+projetos geridos
e acompanhados
US$ dezenas
de milhões
entregues em ganho
de produtividade
1.000+pessoas treinadas em
Lean Six Sigma

Formação em Lean Six Sigma feita dentro de programa corporativo — certificação por projeto entregue, com ganho medido —, com parte do programa concluída nos Estados Unidos, junto ao time global da metodologia. É a mesma exigência aplicada hoje nas turmas que a MGS forma. Ver a trajetória completa →

A MGS hoje

Uma consultoria enxuta, com especialistas por trás

A MGS foi constituída sobre esse conhecimento e opera com um núcleo pequeno e uma rede de especialistas parceiros — acionada conforme o projeto pede, sem inchar a estrutura e sem repassar custo de estrutura para o cliente.

Núcleo enxuto · rede de especialistas acionada por projeto
  • Direção técnica. Marcelo Rocha conduz todos os projetos — quem conversa com o cliente é quem executa.
  • Custo e finanças operacionais. Especialistas para abertura de estrutura de custo e modelagem de resultado.
  • Metodologia. Especialistas para conduzir treinamentos e formar belts dentro do cliente.
  • Ferramentas próprias. Desenvolvimento do aplicativo que digitaliza o processo depois que ele está desenhado.
O que existe dentro de cada frente

Nenhuma delas é uma linha só no contrato

Cada frente tem escopo próprio, entregável próprio e ferramenta própria. Clique para abrir.

Do fluxo que existe hoje ao processo que se sustenta sem depender de pessoas.

Mapeamento do fluxo realComo acontece hoje, não como está no manual
Desenho do processo alvoO fluxo que a operação vai passar a seguir
POP por atividadePasso a passo, critério e o que fazer se der errado
Matriz de responsáveisQuem faz, quem aprova, quem é avisado
Pontos de controleVerificação dentro do fluxo, não depois dele
Gestão da mudançaTime envolvido no desenho para o padrão pegar
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Custo aberto linha a linha, com dono e meta em cada uma delas.

Abertura da estrutura de custoLinha a linha, base zero
Fixo × variávelO que é estrutural e o que é desperdício
Custo por rota, linha ou serviçoOnde o dinheiro é realmente consumido
Orçamento reconstruídoBase para cobrança e acompanhamento mensal
Meta e responsável por linhaRedução com nome e prazo, não intenção
Painel de acompanhamentoO número que a diretoria olha toda semana
Abrir a página completa de a frente de gestão de custo →

Para a empresa de médio porte que cresceu na operação e precisa de direção — nos três horizontes.

Leitura de margemPor produto, cliente, rota ou serviço
Onde crescer e onde pararPriorização por retorno, não por volume
Plano operacionalA operação dimensionada para suportar o crescimento
Modelagem de cenáriosO que muda no resultado em cada caminho
Rotina de governançaReunião, pauta e indicador que sustentam o plano
Apoio à diretoriaSuporte estratégico recorrente ao dono ou ao board
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Formação construída sobre o padrão da própria casa, com projeto real como trabalho de conclusão.

Lean Six SigmaWhite, Yellow, Green e Black Belt
Análise de causa raiz5 porquês, Ishikawa e árvore de causas
Ferramentas de melhoriaPDCA, DMAIC, mapa de processo e A3
Rotina de gestão para liderançaReunião de indicador, meta e cobrança
Formação de multiplicadoresPara a empresa treinar os próximos sozinha
Certificação com projeto aplicadoNinguém sai com certificado e sem resultado
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Por que as quatro na mesma casa

As frentes não são um cardápio — são um ciclo

Cada uma alimenta a próxima, e o ganho de uma se perde se a seguinte não existir.

O processo cria o padrão. O padrão torna o custo mensurável. O custo mostra onde a estratégia deve apostar. A estratégia exige método para virar rotina — e o método realimenta o processo.

Frente 01 em detalhe

Processo que só existe na cabeça de quem faz não é processo

Quando a demanda é colocar processo para funcionar, o trabalho tem um formato próprio: mapear o fluxo real, desenhar o alvo, escrever o POP, treinar quem executa e digitalizar o que ficou padronizado.

O mesmo processo, antes e depois da padronização

FLUXO OPERACIONAL · REPRESENTAÇÃO
Antes
Cada um faz de um jeito
Depois
POP escrito, dono definido, indicador medido
O que sustenta
Time treinado no próprio padrão
Caso real

Quanto mais o processo sobe, mais o custo desce

Transportadora de granéis sólidos, operação de 150 caminhões. O custo não caiu por corte linear: caiu porque o processo passou a ter dono, padrão e medição.

O desafio
Custo fixo mensal estacionado em R$ 1,8 mi, sem orçamento estruturado, sem padrão escrito e sem indicador que a diretoria acompanhasse.
O que foi feito
Orçamento reconstruído em base zero, custo revisto linha a linha, processo com dono por etapa, rotina de governança semanal e time treinado no padrão.
O resultado
Custo fixo em R$ 1,3 mi — 28% abaixo — sustentado depois da virada, com a aderência ao processo padrão saindo de 12% para mais de 90%. Ver o que fez o custo cair →
Custo fixo mensal (R$ mi) Aderência ao processo padrão (%)
Custo fixo antes
R$ 1,8 mi
Custo fixo depois
R$ 1,3 mi
Redução sustentada
28%

O prazo depende do tamanho e da maturidade da operação — é dimensionado no diagnóstico, caso a caso.

Como trabalhamos

Um diagnóstico, depois entregas por ondas

Cada onda tem escopo, prazo e entregável fechados, e é contratada separadamente. Você decide se segue para a próxima olhando o que já recebeu — e pode parar em qualquer ponto sem perder o que foi implantado.

Porta de entrada

Diagnóstico operacional

2 semanas
Mapa do fluxo realComo a operação acontece hoje, nas áreas críticas
Estrutura de custo abertaLinha a linha, com o estrutural separado do desperdício
Perdas quantificadasRetrabalho e ociosidade convertidos em R$ por mês
Plano de ondasEscopo, prazo e ordem de prioridade das etapas seguintes
Onda 1

Desenhar e padronizar

5 semanas
Fluxogramas do processo alvoEm notação simples, legível por quem opera
POPs escritos e aprovadosRevisados com quem executa a atividade
Matriz de responsáveisQuem faz, quem aprova, quem é avisado
Pontos de controleDefinidos dentro do fluxo, não depois dele
Onda 2

Treinar e implantar

4 semanas
Time treinado no padrão da casaMaterial construído sobre o POP da própria empresa
Multiplicadores internos formadosPara a empresa treinar os próximos sozinha
Rotina de gestão implantadaReunião, pauta e indicador definidos
Acompanhamento em campoPresença durante a virada do padrão
Onda 3

Medir e digitalizar

5 semanas
Painel de indicadoresCusto, produtividade e retrabalho num só lugar
Plano de redução de custoCom meta e responsável por linha
Aplicativo de processosEntrega finalTodos os POPs, checklists e registros da empresa, com busca e leitura assistida por IA
Transição formalO time opera, a MGS acompanha de fora

Os prazos acima são referência. O desenho final das ondas — escopo, sequência e duração — sai do diagnóstico, com a realidade da operação de cada cliente.

Já está rodando

Não é promessa: dois sistemas em operação

O aplicativo que fecha o programa não é uma ideia nova de portfólio. É o que a MGS já construiu, publicou e mantém no ar — em campo e na estrada.

No campo

Aplicativo de reprodução equina

Usado no curral, pelo celular, com uma mão só e sem teclado. Funciona sem internet e sincroniza depois. No ar desde julho de 2026.

A ideia central é a mesma de toda operação bem desenhada: lança o exame uma vez, e o valor entra na fatura automaticamente. Sem digitar nada duas vezes.

Na estrada

O sistema da Ramura

A Ramura, transportadora do próprio grupo, roda no sistema que a MGS construiu — cadastro, operação e a integração fiscal que faz o documento sair certo.

Passou por auditoria de segurança antes de ir ao ar.

A regra que a MGS segue: software só depois do processo desenhado. Digitalizar processo torto é multiplicar o erro na velocidade da máquina.

Para quem é

A MGS não serve para todo mundo — e isso é proposital

O trabalho depende de operação real para observar e de gente disposta a mudar como faz. Sem esses dois, nenhuma consultoria entrega.

Faz sentido quando
  • A empresa tem operação física relevante — indústria, logística, serviço de campo ou agronegócio
  • O processo existe na prática, mas não está escrito nem medido
  • O custo cresceu junto com a empresa e ninguém abriu a estrutura recentemente
  • Há alguém da casa disponível para ser o ponto focal do projeto
  • A direção quer padrão sustentado, não um relatório para engavetar
Não faz sentido quando
  • O que se busca é um parecer para justificar uma decisão já tomada
  • Não há disposição para envolver quem executa no desenho do processo
  • A expectativa é corte linear de custo, sem mexer em como o trabalho é feito
  • Ninguém internamente pode dedicar tempo ao projeto
  • O problema é de produto ou de mercado, não de operação
Dúvidas frequentes

O que costumam perguntar antes de começar

Depende do escopo, e o escopo sai do diagnóstico. O diagnóstico tem valor fechado e prazo de duas semanas; a partir dele, cada onda é orçada com escopo, prazo e entregável definidos. Você recebe a proposta antes de assumir qualquer compromisso de continuidade.

O diagnóstico já devolve as perdas quantificadas em R$ por mês em duas semanas — isso por si só costuma mudar decisões. Ganho estrutural sustentado depende do tamanho e da maturidade da operação, e é dimensionado no próprio diagnóstico. A MGS não promete prazo antes de olhar a operação.

Não. Cada frente é independente e contratada separadamente. A maioria dos clientes entra por uma — normalmente processo ou custo — e abre as outras quando faz sentido. As quatro existem sob o mesmo teto porque se alimentam, não porque precisam ser vendidas juntas.

Marcelo Rocha conduz todos os projetos pessoalmente. Não existe a estrutura de sênior que aparece na reunião e júnior que executa. Quando o escopo pede, especialistas parceiros de custo, metodologia ou desenvolvimento entram — sempre com a direção técnica na mão de quem conversou com você.

Menos do que se imagina, mas não zero. O processo é desenhado com quem executa — é isso que faz o padrão pegar depois. Na prática, significa algumas horas semanais do ponto focal e sessões pontuais com quem opera. Um projeto de processo sem envolvimento da equipe não sobrevive à saída da consultoria.

Fluxogramas, POPs escritos e aprovados, matriz de responsáveis, painel de indicadores com a rotina de gestão montada, time treinado com multiplicadores internos formados e, no fechamento do programa, o aplicativo de processos da própria empresa — com todos os POPs, checklists e registros, busca e leitura assistida por IA. Tudo em formato editável.

Sim. A base é Belo Horizonte e o trabalho é híbrido: as etapas de mapeamento e de acompanhamento da virada pedem presença em campo, e o restante roda remoto. A frequência de deslocamento é acordada no desenho das ondas.

Começa com uma conversa de 30 minutos.

Sem apresentação comercial e sem compromisso. Você conta como a operação funciona hoje, eu digo com franqueza se há trabalho a fazer — e, se não houver, digo isso também.

Falar com a MGS