MGS Conversa de 15 min

A operação cresceu mais rápido que a estrutura.
A gente deixa ela andando sozinha.

Consultoria de operações que entra no processo, coloca a máquina onde a regra é clara e sai quando a equipe sustenta o padrão sem a gente. Feita por quem passou 25 anos dentro de operações — PepsiCo, GE, Ambev e Stellantis.

Painel de gestão de efetivo por obra: efetivo real contra o quadro, custo, hora extra e alertas que pedem decisão
o painel do agora, montado com o dado do cliente em dias · dados fictícios
25
anos em PepsiCo, GE,
Ambev e Stellantis
Black Belt
Lean Six Sigma,
formação nos EUA
300
motoristas e a frota
numa distribuição nacional
+1.000
profissionais treinados
no método
Por onde a gente entra

Quatro sinais de que a estrutura ficou para trás da operação.

Sinal 1

O mesmo dado é digitado três ou quatro vezes

Na ficha, na lista, na planilha do mês e na pasta de arquivos. Uma digitação erra em quatro lugares.

Sinal 2

O sistema que a empresa paga avisa depois que venceu

O relatório de pendência tem de ser tirado na mão. Não existe véspera: só o problema já acontecido.

Sinal 3

O diretor pergunta e espera um relatório

"Qual é o efetivo de hoje? Quanto custou? O que está atrasado?" — a resposta chega à tarde, montada à mão.

Sinal 4

A regra mora na cabeça de uma pessoa

Quem faz há anos sabe. Quando tira férias, o processo para — e quem entra novo aprende olhando.

Se vocês reconhecem dois destes, vale uma conversa de 15 minutos. Não é falta de sistema: é processo que cresceu sem desenho. O que vem abaixo é como a MGS resolve isso — na ordem em que funciona.

Como a MGS conduz

Seis passos, na ordem. Cada um entrega algo que o próximo usa.

Padronizar antes de digitalizar: automatizar um processo torto multiplica o erro na velocidade da máquina. Por isso a ordem não é preferência — é a única que funciona.

1

Passo 1 · uma hora, remotaOuvir

Uma hora para entender a operação, não para apresentar a MGS. Três perguntas conduzem a conversa — e a resposta delas decide se o caso é de padronizar, de medir ou de automatizar primeiro. Sem slide, sem proposta, sem preço.

o que saio que é feito, por quem, e como se sabe que deu certo
1Como é o processo hoje, do começo ao fim? Quem faz cada passo, e onde a informação passa de mão.
2O que está escrito, e o que está na cabeça das pessoas?
3Como vocês sabem que deu certo? Se não há medida, o primeiro trabalho é criar a medida.
2

Passo 2 · presencial, 90 minutosVer na mesa de quem opera

Em vez de perguntar a dor, pedimos para ver: quem faz abre a planilha, o sistema e a pasta de arquivos, e mostra o caminho de um dado do papel até o relatório. Cada dor sai como frase de quem a vive, com o minuto ao lado.

o que saio retrato operacional: sistemas, planilhas, onde o dado nasce e onde é redigitado — e a planilha real, que é o insumo do próximo passo
[29:26]"Você abre o sistema e ele não te dá alerta. Até tem, só que você tem que abrir tudo na munheca."
[62:13]"A gente sempre precisa pedir: 'me manda um relatório'. E eu preciso do relatório para agora."
 frases de um gestor em diagnóstico, sem identificação
3

Passo 3 · em dias, não mesesMostrar com o dado de vocês

A planilha real vira o modelo. Em cima dela montamos o sistema funcionando: cada aba responde a uma dor contada na mesa. Vocês veem com os seus nomes, as suas unidades e as suas datas — antes de contratar.

o que saio painel do agora, o documento lido por foto e o alerta antes do vencimento — rodando
Leitura automática de documento: a ficha entra por foto e o sistema preenche os campos
o documento lido por foto · dados fictícios
Alertas nos próximos 15 dias, enviados ao encarregado de cada obra
o alerta antes do vencimento · dados fictícios
4

Passo 4 · duas páginasPropor com prova de aceite

A proposta diz o que vocês recebem, em que prazo, e como vão saber que ficou pronto: cada entregável com o teste escrito ao lado. Lista do que vocês entregam na primeira semana; o que não está na lista é orçado à parte. Sem percentual prometido — cada operação tem o seu ponto de partida.

o que saio que você paga e como vai saber que ficou pronto
EntregávelComo se prova
Cadastro único
cada unidade vê só a própria equipe
a busca abre o cadastro certo; o login de uma unidade não vê outra
Documento por foto
lido, conferido e salvo na pasta certa
vinte documentos reais: o que não for lido fica marcado, nunca passa calado
Aviso antes do vencimento
contrato, exame, EPI, hora extra
o encarregado recebe a pendência na véspera
5

Passo 5 · toda semana algo rodandoConstruir validando item a item

Um ponto focal de vocês testa cada item assim que fica pronto, com dado real, na frente dele. O que reprova volta corrigido; o prazo já conta com essas rodadas. O dado nasce onde o fato acontece — a etiqueta no pátio, a foto do documento, o relógio de ponto — e a regra trava o que falta antes de gravar.

o que saia conta feita no sistema, não na planilha de alguém: frete mínimo, encargo e margem antes de responder ao cliente
Cotação com veredito: frete mínimo, encargo e margem conferidos antes de responder ao cliente
cotação com veredito · dados fictícios
App do pátio no celular: a máquina só entra no estoque com as fotos e a decisão
6

Passo 6 · o que ficaDeixar andando sozinho

O trabalho termina quando a equipe sustenta o padrão sem a MGS: o diretor abre e vê, em vez de pedir relatório. O sistema fica, construído em cima do processo de vocês; os dados são da empresa, em formato aberto; o processo escrito tem dono; a equipe foi formada no método da própria casa durante o trabalho. Manutenção mensal com horas de melhoria incluídas: mudança de lei, campo novo, relatório novo.

o que saia operação responde sem pedir relatório
Linha de vida de um embarque: cotação, carga, documento, comprovante e quem mexeu em quê
a linha de vida de um embarque · sistema em uso todo dia · dados fictícios
Por que a ordem é essa

IA resolve muito.
Menos operação que ninguém sabe descrever.

Automatizar um processo que ninguém mapeou é acelerar o erro. É por isso que a mesma ferramenta transforma uma empresa e não muda nada na outra: o que decide não é o modelo, é o que existe embaixo dele.

01

Onde a IA entrega rápido

Tarefa repetitiva com regra escrita: conferência de documento, classificação, extração de dado, resposta padrão. Aqui o ganho aparece em semanas.

02

Onde ela custa caro e não entrega

Processo que muda a cada pessoa que executa. A IA aprende a bagunça e a repete mais rápido — com a aparência de rigor.

03

O que faz a diferença

Padronizar antes, automatizar depois. Não é ordem de preferência: é a única ordem em que funciona.

Por que isso é vantagem sua, e não moda

Quase todo mundo está comprando ferramenta. Quem tiver o processo descrito vai extrair dela um resultado que o concorrente não consegue — com a mesma ferramenta, pelo mesmo preço.

É por isso que processo voltou a valer. Ele se perdeu: virou palavra de manual, e hoje pouca gente na operação sabe dizer o que é um. A IA está trazendo essa conta de volta.

Ver a parte de processos →
As alavancas

O que a MGS usa em cada passo.

Quatro frentes, aplicadas um processo por vez. A operação precisa responder três perguntas sem depender de quem está na sala: o que é feito, por quem, e como se sabe que deu certo. Onde essas três não têm resposta, o custo mora.

01

Processos e padronização

Mapear o que existe, tirar o que não serve, escrever o que sobra de um jeito que a pessoa nova entenda.

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02

Data Analytics e Custo

Abrir o custo até a linha onde alguém pode agir. Número que ninguém consegue mexer é relatório, não gestão.

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03

Automação e IA

Sobre processo descrito, e só aí. É a alavanca que mais rende — e a que mais fracassa quando vem primeiro.

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04

Treinamentos

Método que fica na casa. Gestão de grandes equipes por quem dirigiu operação de centenas de pessoas, não por quem leu sobre.

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A régua

O custo fixo se abre linha a linha, com dado.

Numa operação de transporte, foi assim que o custo fixo caiu de forma relevante, sem perder capacidade. Na sua operação, se cai e quanto cai, só a abertura dos seus custos diz.

Orçamento base zero. Cada linha do custo fixo se justifica pelo que a operação precisa hoje, não pelo valor do ano anterior.
Equipe dimensionada pela demanda. O quadro calculado pelo volume que a operação roda, não pelo pico nem pelo histórico.
Contratos renegociados com dado de consumo. Manutenção, serviços, locação: a conversa com o fornecedor parte do que foi consumido de fato.
Cada linha com um dono. O custo aberto até a linha onde alguém pode agir — e responde por ela.
Onde o custo fixo costuma esconder ganho
Equipe dimensionada pelo pico, paga o ano inteiro
Hora extra que virou parte da folha
Contrato renovado sem olhar o consumo
Ativo parado ou subutilizado: frota, máquina, espaço
Despesa que ninguém revisa porque “sempre foi assim”
O que a abertura entrega: cada linha do seu custo fixo com valor, dono e a ação possível.
O que ela não promete: um percentual. Cada operação tem outra estrutura de custo, e às vezes ela já está enxuta. Se a abertura mostrar isso, a gente diz antes de você contratar.
Operações diferentes, o mesmo método

O que ficou funcionando depois que a gente saiu.

Sistemas construídos em cima do processo de cada operação — e que continuam mudando com ela. As telas são demonstrações com dados fictícios; nenhum cliente aparece pelo nome.

3 perguntas

A sua operação depende
de pessoas ou de processo?

Pergunta 1 de 3

Se o colaborador mais antigo sair hoje, algum processo para?

Marcelo Rocha
Quem conduz

15 minutos para entender a operação de vocês.

O primeiro contato e o diagnóstico são sempre com o Marcelo, presencial; a execução leva o time montado para o caso. Se não fizer sentido, dizemos na hora. Sem apresentação comercial.

25 anosdentro da operação de Ambev, GE, PepsiCo e Stellantis
Black BeltLean Six Sigma, formação nos EUA
+1.000profissionais treinados no método
Mandatode reestruturação como executivo de operações numa transportadora
Conversa de 15 minutos

marcelo@mgsrocha.com.br

(31) 98306-5388  ·  Belo Horizonte / MG